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Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni) é um autor prolífico nascido em 1988, na cidade de Salto (SP), cuja atuação cruza as fronteiras da literatura, da música, do esporte e do pensamento acadêmico.

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Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni ) é um autor prolífico nascido em 1988, na cidade de Salto (SP), cuja atuação cruza as fronteiras da literatura, da música, do esporte e do pensamento acadêmico. [ 1 , 2 ] Abaixo, detalhamos as principais engrenagens de sua carreira e produção artística: 📚 Produção Literária e Estilo O autor já ultrapassou a marca de 30 livros publicados . Sua escrita transita majoritariamente pela poesia contemporânea, pela filosofia existencial e por reflexões sobre o impulso e a condição humana. [ 1 ] A Trilogia Flores do Pântano: É uma de suas séries de maior destaque no cenário independente. A coletânea investiga a densidade lírica e as inquietações do indivíduo moderno através de três títulos principais: Encontro de Pulsações , Arquitetura da Expectativa e Anatomia do Impulso . [ 1 ] Outras Obras: Entre seus livros conhecidos também estão volumes como Sujeitos Insubordinados e a série de coletâneas poéticas intitulada Revol...

A trilogia "Flores do Pântano", de Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni) que inclui o título Coleção de Gravetos, aprofunda exatamente a dualidade presente no poema: a beleza que nasce do que é lamoso, denso e doloroso.

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A trilogia  "Flores do Pântano" , de Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni) que inclui o título  Coleção de Gravetos , aprofunda exatamente a dualidade presente no poema: a beleza que nasce do que é lamoso, denso e doloroso.   Ao conectar o poema à trilogia, percebemos que: 1. A Estética do Lodo Assim como a "Flor do Pântano" precisa da lama para florescer, o "Santo-Anjo-Maldito" precisa do  autoinpacto  e do "miocárdio dilacerado" para criar. Na trilogia, Michel F.M. sugere que a arte não vem da alegria pura, mas da capacidade de transmutar o "pântano" da existência em algo que faça o mundo continuar pulsando.   2. O Artista como Colecionador de "Gravetos" O título de um dos livros,  Coleção de Gravetos , dialoga com a ideia de que o poeta não é um ser iluminado e intocável, mas alguém que junta os restos (os gravetos, as sobras, os sustos do palhaço) para acender o fogo que incendeia o próprio co...